Por Geizy Fernandes, deputada municipal em Almada pelo Livre e Rodrigo Diniz, assessor
Na Costa de Caparica, a arte xávega não é uma peça de museu. Existem hoje oito companhas...
A expansão do metro à Costa da Caparica e Trafaria pode ser uma oportunidade histórica para a Margem Sul. Mas só o será se for feita com transparência, com uma efetiva participação pública e alargada, com respostas concretas às preocupações dos moradores
Não podemos aceitar que a modernização de Almada se faça a duas velocidades. A segurança não é um privilégio de quem vive na "cidade consolidada": é um direito fundamental.
Com o 25 de Abril, não chegou apenas a liberdade. Chegou a possibilidade de construir cidade, de fazer um concelho que pudesse responder às necessidades das populações que o demandavam. E em Almada, esse concelho foi construído.
Gonçalo Mesquita Lopes, Politólogo
Eu não quero uma Almada que seja apenas um museu à beira-rio para turistas contemplarem. Quero uma Almada onde o mérito do meu trabalho me permita...
Para que não subsistam dúvidas: o aluguer de um ossário nos cemitérios de Almada passou de cerca de 7 euros por ano para quase 80 euros anuais. É caso para dizer que nem os mortos têm descanso.
Os doentes não desaparecem quando um serviço fecha. Mudam de hospital, e trazem consigo a sua urgência, que pode ser clínica, classificada pelo médico, ou cronológica, imposta pela cadeira.
Discutir a segurança em Almada não deveria resumir-se a culpar a distração dos peões ou a falar em fatalidades. Em matéria de prevenção raramente existe apenas um culpado. Existem sistemas que podem ser melhor desenhados.
Mais do que um dia comemorativo, o 8 de março é um dia de luta, de afirmação política e de mobilização social. É o dia em que dizemos basta à desigualdade, basta à desvalorização das mulheres, basta aos retrocessos.