A Universidade Europeia reforça a qualificação em Marketing para um mercado impulsionado pela Inteligência Artificial e Big Data

A Licenciatura Online em Marketing da Universidade Europeia prepara profissionais para um mercado impulsionado pela Inteligência Artificial (IA) e pelo Big Data, com um currículo que inclui Marketing Analytics, para além de uma especialização em transformação digital.

A Inteligência Artificial (IA) é cada vez mais uma realidade estruturante do mercado global, sendo que o Big Data é o combustível que a torna possível, já que, sem grandes volumes de dados para analisar, não há nem modelos preditivos nem uma automação verdadeiramente inteligente.

O marketing sentiu esta mudança em pleno: a combinação de dados, automação e modelos preditivos alterou profundamente o modo como as marcas comunicam, segmentam e criam valor para os seus clientes, tendo transformado também o perfil de competências que o mercado de trabalho procura atualmente.

Neste contexto de mudança acelerada, a qualificação académica assume um papel decisivo e a Licenciatura Online em Marketing da Universidade Europeia posiciona-se como uma resposta sólida e atual às exigências do setor.

O marketing na era da IA e do Big Data: um novo perfil profissional

O «Future of Jobs Report 2025» do Fórum Económico Mundial, elaborado com base em dados de mais de 1000 grandes empregadores a nível global, é claro em relação a isto:

  • A competência de crescimento mais rápida para o período de 2025-30 não é a IA por si só, mas sim «IA e Big Data» no seu todo, com um aumento de relevância de 17 pontos percentuais face à edição anterior do relatório;
  • Em 9 dos 10 principais setores analisados, mais de 90% dos empregadores esperam que o uso desta competência aumente.

O mesmo relatório mostra que o «Big Data Specialist» é, em termos percentuais, o cargo de crescimento mais rápido do mundo, à frente de perfis como engenheiros de FinTech ou especialistas em IA e Machine Learning (ML).

O marketing e os media são ainda identificados como as áreas que mais deverão beneficiar dos avanços tecnológicos, precisamente pela sua ligação à transformação digital e à necessidade de compreender o comportamento do consumidor através de dados.

Esta mudança está a redesenhar o que se espera de um profissional de marketing, no sentido em que já não basta criar campanhas ou gerir marcas:

  • Os empregadores procuram cada vez mais quem consiga interpretar grandes volumes de dados e transformá-los em decisões estratégicas, automatizar processos com base em padrões de comportamento e personalizar experiências de marca em escala, o que requer uma base assente em literacia em Big Data e capacidades analíticas, ao invés de uma mera familiaridade com ferramentas de IA.

O Big Data como motor de decisão: o que mostram os dados

O valor do Big Data no marketing não é uma promessa abstrata; está quantificado: um estudo da consultora McKinsey & Company sobre personalização orientada por dados concluiu que esta pode reduzir os custos de aquisição de clientes em até 50%, aumentar as receitas entre 5% e 15% e elevar o retorno sobre o investimento em marketing entre 10% e 30%.

As empresas de crescimento mais rápido geram 40% mais receita a partir da personalização do que as suas concorrentes de crescimento mais lento.

Ainda assim, ter dados não é o mesmo que saber utilizá-los: um inquérito da Salesforce junto de 4450 profissionais de marketing em 26 países mostra que 75% das organizações já usam IA em marketing, mas 98% das equipas que o fazem enfrentam pelo menos uma barreira relacionada com dados, sobretudo os que se encontram dispersos por silos e são de má qualidade.

As equipas que conseguem unificar os seus dados têm 60% mais probabilidade de utilizar agentes de IA eficazmente.

A Gartner chega a uma conclusão semelhante por outra via: o marketing analytics influencia apenas 53% das decisões tomadas pelas equipas, sendo que um terço dos profissionais admite escolher os dados que confirmam decisões já tomadas, em vez de deixá-los orientar a decisão.

Nos inquéritos mais recentes da consultora aos diretores de marketing, os orçamentos permanecem estagnados em torno de 7,7% da receita das empresas, o que torna o domínio de dados e analytics (mais do que o simples acesso a ferramentas de IA) o fator que distingue quem consegue fazer mais com o mesmo orçamento.

O contexto português: dados que ainda esperam ser explorados

Em Portugal, o Instituto Nacional de Estatística (INE) mostra uma tendência clara: em 2025, 45% das empresas com 10 ou mais trabalhadores já faziam análise de dados (mais 6,4 pontos percentuais do que em 2023).

A adoção de IA cresce em paralelo, ainda que a um ritmo mais lento: 11,5% das empresas utilizam já tecnologias de IA, mas com uma assimetria acentuada por dimensão (49,1% nas grandes empresas, contra apenas 9,4% nas de 10 a 49 trabalhadores).

Segundo o «Relatório da Década Digital» da Comissão Europeia (CE), Portugal está ligeiramente acima da média da União Europeia (UE) em análise de dados (38,6% face a 33,2%), mas ainda com níveis médios de adoção de tecnologias digitais avançadas, um sinal de que há aqui um espaço de crescimento real para quem souber ocupá-lo.

Este espaço é ainda maior se olharmos para o comércio digital: o mercado português de e-commerce valia 12,9 mil milhões de euros em 2025, um crescimento de 6,7% face ao ano anterior. Ora, mais consumo online significa, por definição, mais dados de comportamento à espera de serem interpretados.

Por outro lado, o ManpowerGroup identifica Portugal como o 5.º país do mundo com maior escassez de talento: 65% dos empregadores portugueses têm dificuldade em encontrar os perfis de que precisam, sendo que aqueles que estão ligados a dados ocupam o topo das necessidades, enquanto o marketing é identificado por 21% das empresas como área crítica de recrutamento.

O que diz a indústria

A Gartner resume o momento de forma direta; os diretores de marketing enfrentam hoje um mandato que não é negociável: orientar os resultados de negócio com base em dados ou ceder esse poder de decisão a outros departamentos da organização. Trata-se de uma mudança de posicionamento: o marketing deixa de ser apenas quem comunica a estratégia para passar a ser quem a sustenta com provas sólidas.

O «CMO Survey», um dos inquéritos do setor mais antigos a nível internacional, emite um alerta complementar: ao longo das suas várias edições, tem vindo a mostrar que as empresas continuam a subaproveitar as capacidades analíticas de que já dispõem. O desafio já não está em gerar dados sofisticados, mas sim em ter equipas capazes de os transformar em decisões.

A Licenciatura Online em Marketing da Universidade Europeia: uma resposta formativa

Foi exatamente para colmatar esta lacuna (entre os dados que as empresas já produzem e as competências necessárias para os interpretar) que a Universidade Europeia criou a Licenciatura Online em Marketing.

Acreditada pela Agência de Acreditação e Avaliação do Ensino Superior (A3ES) pela última vez em setembro de 2023, a formação decorre inteiramente em Português, ao longo de seis semestres, com a próxima edição a ter início em outubro de 2026.

O plano curricular integra unidades como Marketing Analytics, Fundamentos de Programação e Medias Digitais e Novas Tecnologias, permitindo que, no 6.º semestre, os estudantes optem por um ramo de especialização em Big Data e Inteligência de Marketing, uma resposta direta ao tipo de perfil que o «Future of Jobs Report» e os dados do INE identificam como o mais procurado.

Saídas profissionais

De entre o amplo leque de saídas profissionais que este programa oferece, destacam-se as seguintes:

  • Diretor de Marketing: define e implementa a estratégia global de marketing da organização;
  • Gestor de Marca: coordena o posicionamento e a identidade de marca no mercado;
  • Gestor de Produto: supervisiona o ciclo de vida do produto, da conceção à comercialização;
  • Gestor de Comunicação de Marketing: planeia estratégias de comunicação integrada;
  • Especialista em Marketing Digital: desenvolve e otimiza campanhas em canais digitais;
  • Consultor de Marketing: aconselha empresas na definição e na implementação de estratégias.

Todas estas funções exigem cada vez mais o domínio de ferramentas analíticas e plataformas de automação, bem como uma sólida compreensão do comportamento do consumidor em ambientes digitais.

 

Conteúdo Comercial: Universidade Europeia

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