A Galeria Imargem, em Almada, recebe a partir deste sábado, 26 de setembro, a exposição “Labirinto Mágico”, da pintora e antiquária Mafalda Amaro. A inauguração decorre entre as 16h e as 19h, ficando a mostra patente ao público até 14 de outubro. A exposição reúne trabalhos de pintura centrados na relação entre cor, geometria, desenho e movimento.
A exposição pode ser visitada na Galeria Imargem, localizada na Rua Torcato José Clavine, n.º19, 3.º piso, em Almada. Depois da inauguração, o espaço estará aberto à segunda feira, das 10h às 13h; terça feira das 10h às 14h; à quarta e quinta feira das 10h às 13h e das 14h às 17h; e à sexta feira das 10h às 13h. A exposição conta com o apoio da Câmara Municipal de Almada.
Em “Labirinto Mágico”, a pintura é apresentada como um espaço de relações onde diferentes elementos visuais se cruzam. De acordo com o texto de apresentação da exposição, os módulos organizam o espaço através da repetição e da transformação, enquanto a geometria cria uma estrutura que não é totalmente rígida, permitindo ao desenho livre introduzir irregularidade e movimento.
A cor assume também um papel central nas obras, criando ritmos, aproximando e afastando formas e estabelecendo diferentes tensões e equilíbrios. As linhas percorrem os módulos e conduzem o olhar através das composições, numa proposta que procura explorar a fronteira entre a ordem e a liberdade, a construção e o gesto, a repetição e a diferença.
O próprio título da exposição remete para essa ideia de percurso. Segundo a apresentação da mostra, os labirintos criados nas pinturas não procuram necessariamente uma saída, mas antes convidam o olhar a percorrê-los, numa procura pelo momento em que a estrutura se transforma em movimento e a geometria ganha vida através da cor e do desenho.
O percurso de Mafalda Amaro
Mafalda Amaro é pintora e antiquária e desenvolveu o seu percurso artístico com passagem pela Faculdade de Belas – Artes da Universidade de Lisboa, conciliando a prática artística em ateliê com a atividade profissional ligada ao mercado de arte e património.
A sua obra tem sido apresentada em exposições individuais e coletivas e foi distinguida com o 1.º Prémio Arquiteto Fernando Távora, na Foz Arte 23, integrando atualmente coleções privadas em Portugal e no estrangeiro.
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