Covid-19. Garcia de Orta transferiu dez doentes para o Norte do país

Neste momento 30% da lotação do Hospital Garcia de Orta encontra-se alocada à resposta à pandemia de covid-19.

 

O Hospital Garcia de Orta (HGO), tranferiu “durante o fim-de-semana e no início desta semana” dez doentes para o Norte do país, como forma de responder à elevada “pressão assistencial” motivada pelo aumento dos casos de infeção por covid-19. Desta forma, cinco doentes foram transferidos para a Unidade Local de Saúde de Matosinhos e outros cinco seguiram para o Centro Hospitalar Universitário do Porto, revelou o Hospital de Almada, em comunicado.

Além disso, foram também “direcionados doentes para outros hospitais da região de Lisboa que necessitavam de cuidados intensivos, no âmbito do funcionamento, em rede dos hospitais que tem sido assegurado pela Administração Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo”, informou o HGO.

 

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30% das camas do HGO alocadas a doentes covid

Neste momento, o HGO regista um total de 131 doentes infetados com covid-19, dos quais 115 estão internados em enfermaria e 16 em Unidades de Cuidados Intensivos (UCI). Recentemente, a unidade aumentou a capacidade de resposta em cuidados intensivos para um total de 28 camas, com a disponibilização adicional de quatro camas.

A unidade hospitalar que serve os concelhos de Almada e Seixal informa ainda que conta atualmente com “157 camas afetas à covid-19”, a que acrescem cinco camas da unidade de hospitalização domiciliária. O número representa “30% do total de camas de agudos do HGO”, que dispõe de um total de 520 camas.

“Na Região de Lisboa de Vale do Tejo, o HGO tem sido um dos hospitais com maior volume de doentes infetados por SARS-COV-2 internados em enfermaria”, admite a unidade hospitalar, adiantando que até final do mês de janeiro, prevê “abrir uma nova unidade contentorizada de internamento e uma outra, destinada ao circuito externo para doentes respiratórios do Serviço de Urgência Geral”.

 

https://almadense.sapo.pt/coronavirus/covid-19-almada-regressa-ao-patamar-de-risco-muito-elevado/

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