Nasceu o Conservatório de Dança de Almada, a nova identidade da escola da Ca.DA – Companhia de Dança de Almada. A mudança marca uma nova etapa no percurso da estrutura de ensino artístico ligada à companhia de dança contemporânea do concelho.
Além da alteração de nome, esta nova fase surge acompanhada por uma renovação da imagem gráfica e pelo reforço da presença digital, com “um site dedicado exclusivamente ao Conservatório”, explicou a estrutura ao ALMADENSE.
Para o Conservatório, esta transformação representa “uma transição natural”, uma vez que a escola integrou, em 2018, o Curso Básico e Secundário de Dança do Ensino Artístico Especializado, homologado pelo Ministério da Educação.
Apesar da nova designação, a entidade garante que “o Conservatório mantém a oferta formativa atual”. Assim, continuam disponíveis os Cursos de Dança do Ensino Artístico Especializado, com certificações reconhecidas no Quadro Nacional e Europeu de Qualificações, bem como Cursos Livres, masterclasses, cursos intensivos e outras formações pontuais.
Com esta nova identidade, o Conservatório pretende continuar a “valorizar o aluno e a sua relação com a dança como forma de expressão artística”. A estrutura destaca ainda que muitos dos antigos alunos acabam por desenvolver relações profissionais com a Companhia de Dança de Almada, integrando posteriormente a sua equipa artística.
A expectativa passa agora por alcançar “maior visibilidade e reconhecimento do trabalho desenvolvido pela Ca.DA – Companhia de Dança de Almada na área do ensino da dança em Almada, desde há quase 30 anos”.
A mudança diz respeito exclusivamente à escola da companhia e não à própria Ca.DA – Companhia de Dança de Almada, que mantém a sua identidade enquanto estrutura profissional de dança contemporânea. Criada em 1990 por Maria Franco, a companhia dedica-se à criação artística, à formação em dança e à programação cultural, tendo sido precisamente desse trabalho pedagógico desenvolvido ao longo de décadas que nasceu a escola agora transformada em Conservatório de Dança de Almada.
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