Mudar de escola a meio do percurso faz sentido quando há um mal-estar persistente ou o projeto educativo já não satisfaz as necessidades da criança. É por isso que a escolha de um colégio privado em Lisboa experiente no acolhimento de alunos em transição é determinante para o sucesso da mudança.
Muitos pais chegam a esta decisão depois de passarem meses a observar os seus filhos, sem saberem bem o que fazer com o que veem. Os sinais estão lá, mas interpretá-los não é simples, para além de que existe sempre o receio de errar, de perturbar uma rotina que ainda pode mudar.
Na Astoria International School, um colégio privado em Lisboa, esta é uma conversa que temos frequentemente com famílias que nos chegam com esta incógnita ao cabo de vários meses.
Mudar de escola não é desistir
Mudar de escola tende a despertar uma culpa que os pais raramente verbalizam, como é sentir que optaram pela alternativa errada desde o início ou que os seus filhos não souberam adaptar-se.
Pois bem, nada disto é verdade, considerando que uma mudança de estabelecimento de ensino pode ser o gesto mais lúcido de pais e encarregados de educação num determinado momento.
Os motivos mais comuns que levam os pais a considerar uma mudança de escola em Lisboa
Lisboa muda depressa. A cidade não é a mesma de há três anos; as famílias tão-pouco. O que fazia sentido quando a criança entrou na escola pode não fazer sentido hoje.
Os motivos que mais frequentemente levam os pais a ponderar uma mudança de escola a meio do percurso são os seguintes:
- A criança começa a resistir à escola de forma consistente, com sinais físicos ou emocionais que não têm explicação médica clara;
- A família mudou de bairro e o percurso diário deixou de ser viável;
- Os valores pedagógicos da escola já não coincidem com o que a família procura para o filho;
- Chegou a Lisboa uma família estrangeira que precisa de continuidade curricular num sistema compatível com o percurso que o filho já tinha iniciado;
- Há um problema concreto que a escola não está a conseguir resolver, como conflitos recorrentes ou necessidades de aprendizagem sem resposta adequada.
Adiar a decisão, em qualquer destes casos, tende a agravar o problema mais do que a resolvê-lo.
“Escolas particulares perto de mim”: quando a proximidade deixa de ser suficiente
A distância é o primeiro filtro, mas raramente o último. A qualidade do acompanhamento pedagógico acaba por pesar tanto quanto os quilómetros, senão mais.
As escolas privadas em Lisboa têm hoje uma oferta muito mais variada do que há 10 anos. É possível encontrar um projeto educativo sólido fora do bairro onde se vive. O que importa, no fim de contas, não é a distância até à escola, mas o que acontece na mesma.
Quando é melhor esperar: os casos em que a mudança pode revelar-se prejudicial
Há situações em que a decisão mais acertada é esperar; reconhecê-las não é menos importante do que saber quando agir:
- Quando o ano letivo está quase no fim: mudar a dois meses das avaliações raramente compensa. O aluno perde a continuidade e chega a uma turma em que os grupos já estão formados, sem tempo para construir relações. Preparar a transição para setembro é quase sempre mais eficaz;
- Quando a criança acabou de entrar: dois ou três meses de adaptação são normais. A dificuldade inicial não significa que o ambiente seja o errado;
- Quando o desconforto é dos pais, não da criança: às vezes, o que está em falta é uma conversa mais franca com a direção pedagógica.
Escolas internacionais em Lisboa como destino de muitas famílias que mudam a meio do percurso
Nos últimos anos, Lisboa recebeu um número crescente de famílias oriundas de outros países e, consigo, chegou também uma procura específica: escolas internacionais que garantam que os filhos não perdem o fio ao percurso que já tinham iniciado noutro país.
Para estas famílias, um filho que estudou num currículo britânico ou americano precisa de uma escola que reconheça esse percurso e o continue. Caso contrário, o risco é real: o aluno recua academicamente ou perde a confiança no processo de aprendizagem.
As escolas internacionais em Lisboa que respondem a esta necessidade distinguem-se por terem projetos pedagógicos com reconhecimento académico externo e turmas habituadas a receberem alunos de países diferentes.
O impacto emocional da mudança na criança e como minimizá-lo
Mesmo quando se trata da decisão certa, mudar de escola custa, uma vez que a criança deixa para trás pessoas e lugares que conhecia bem. O modo como este impacto se manifesta depende muito da idade:
- Nos mais novos, é explícito: recusam-se a sair de casa de manhã e choram à entrada;
- Nos mais velhos, fica escondido debaixo de um silêncio crescente e de um rendimento que começa a cair sem razão aparente.
Para ajudar a criança a atravessar este momento, há algumas medidas que podem fazer toda a diferença, nomeadamente:
- Envolvê-la na decisão desde o início, em vez de apenas informá-la depois do facto consumado;
- Visitarem juntos a nova escola antes do primeiro dia, para que o espaço já não seja completamente estranho;
- Não forçar uma adaptação mais rápida do que aquela que a criança consegue fazer;
- Falar com a equipa da nova escola sobre quem a criança é, antes mesmo de ela chegar.
O acompanhamento do Colégio Astoria dado a alunos que integram a escola já em anos avançados
Quando uma família chega à Astoria International School a meio do percurso, a primeira conversa é sobre a criança, o percurso que já fez e aquilo de que ainda precisa para se sentir segura.
O Astoria é um colégio com ensino internacional e multilingue em Lisboa, do berçário ao 3.º Ciclo do Ensino Básico, e a integração de alunos que chegam já em anos avançados faz parte do seu quotidiano, uma vez que se trata de uma situação que a equipa pedagógica conhece bem e está preparada para acompanhar.
O que distingue esta abordagem:
- As turmas são reduzidas, o que significa que um aluno novo é realmente visto;
- O Departamento de Psicologia e Orientação acompanha o bem-estar de cada criança com atenção redobrada nas fases de transição;
- O modelo multilingue progressivo do Astoria, com o Inglês desde o berçário e a introdução ao Alemão e ao Francês nos ciclos seguintes, facilita a integração de alunos vindos de outros sistemas curriculares.
Cada criança merece o lugar certo, no momento certo
Mudar de escola a meio do percurso não é, por definição, uma má decisão. O que conta são as razões que levam a isso e a forma como a transição é acompanhada.
O que não faz sentido é esperar indefinidamente quando a criança já deu todos os sinais, nem mudar por impulso quando o que está em falta é um diálogo mais honesto com a escola atual.
Para as famílias que estão a ponderar esta decisão na capital portuguesa, o ponto de partida é encontrar um colégio privado em Lisboa com experiência autêntica no acolhimento de alunos em transição.
Conteúdo Comercial: Astoria International School
