Aqui publicamos as respostas à questão:
A construção do túnel Trafaria-Algés é uma prioridade para melhorar as ligações entre a margem sul e Lisboa? De que forma avaliam esta solução, em comparação com o reforço do transporte fluvial, ferroviário e rodoviário já existentes? Que compromissos concretos assumem relativamente à mobilidade entre margens?
Nota: Seguindo as setas encontrará as respostas enviadas pelos partidos ao ALMADENSE. A ordenação dos mesmos foi feita segundo a votação obtida em Almada nas últimas eleições legislativas. O partido Chega não respondeu às questões.
Veja a resposta às outras questões:
Habitação Lisnave Compromissos
Em março, o Livre posicionou-se contra a construção do túnel Trafaria-Algés. Não acreditamos que a solução para a mobilidade na Margem Sul passe por um investimento numa nova infraestrutura de um custo astronómico, com poucas provas de resolver os problemas que já existem. É um facto já estudado: o aumento da rede levará a um aumento do tráfego ao ponto de anular o alívio esperado. Ou seja, mais carros no concelho, mais congestionamento e mais emissões de dióxido de carbono, afetando todas as metas climáticas que devemos cumprir. A solução do Governo de contínua aposta no automóvel privado é ineficiente; e pior, é um gasto de recursos públicos que apenas traz falsas soluções que, no médio prazo, se anulam.
Em alternativa, propomos um maior investimento nos transportes públicos, com o reforço das carreiras entre margens, o ajuste de horários que permita a interligação entre transportes e o estudo de novos percursos fluviais entre Almada, Lisboa e Oeiras.
No entanto, a mobilidade não se resolve apenas pela resolução dos movimentos pendulares para a outra margem; é também preciso fixar na região os 25% de almadenses que saem todos os dias do concelho para trabalhar. Queremos revitalizar o tecido económico da Margem Sul, apostando em estruturas já existentes como a NOVA-FCT, e torná-las num eixo central para a criação de uma economia de alto valor acrescentado.





