Legislativas 2025: O que defendem os partidos para Almada? — Os terrenos da Lisnave

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No âmbito das Eleições Legislativas de 2025, o jornal ALMADENSE enviou quatro perguntas aos partidos com representação parlamentar sobre temas relacionados com Almada que dependem do Estado Central. Uma dessas questões incidiu sobre a requalificação dos terrenos da antiga Lisnave, um projeto há muito adiado, apesar do seu reconhecido potencial para o concelho. 

Aqui publicamos as respostas à questão:
Que propostas concretas tem o seu partido para a requalificação dos terrenos da antiga Lisnave? Como pretendem garantir que este projeto, adiado ao longo dos anos, vai finalmente avançar na próxima legislatura?

Nota: Seguindo as setas encontrará as respostas enviadas pelos partidos ao ALMADENSE. A ordenação dos mesmos foi feita segundo a votação obtida em Almada nas últimas eleições legislativas. O partido Chega não respondeu às questões.

Veja a resposta às outras questões:
 Habitação     Mobilidade     Compromissos 

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AD/PSD-CDS

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A reabilitação Urbana dos terrenos da Lisnave representa uma nova centralidade para Almada, com habitação, serviços, cultura e sempre com a preservação da memória histórica deste espaço tão marcante para este município, para a nossa região e para o país.

A grande diferença deste projeto [Parques Cidades do Tejo, apresentado pelo Governo da AD], para outros que foram adiados no tempo prende-se em três fatores:

1) O novo aeroporto de Lisboa e a terceira travessia do tejo, adiados durante décadas, já têm decisão. Onde o preconceito disse “jamais”, os técnicos disseram ser o ideal, trazendo uma dinâmica muito positiva para a nossa região.

2) Ser um projeto que integra os terrenos aeroporto Humberto Delgado, do Ocean Campus em Oeiras, da Margueira, da Quimiparque, mas também da Lisnave, traz-nos um efeito multiplicador, com escala e com recursos financeiros gerados de uns locais para os outros. A Parques Cidades do Tejo não é uma Expo, são 55. É disto que falamos, de um potencial enorme de desenvolvimento para a região e para o país.

3) Uma vontade política enorme de coser as duas margens do Tejo. De criar na área metropolitana de Lisboa, um conjunto de cidades unidas, com escala não só nacional, mas também internacional. Uma macropolis, de oportunidades.

 

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